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Lagar do Azeite

Lagar do Azeite

O Lagar do Azeite sofreu uma intervenção de recuperação, em 2009, tendo sido restaurado todo o processo de produção do azeite, com vista à sua dinamização enquanto pólo de recriação histórica da produção do azeite.

No século XVIII foi edificado em Oeiras, por ordem do Marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo, 1º Conde de Oeiras, o Palácio Marquês de Pombal, que teve como ponto de partida um pequeno solar rural e algumas parcelas de terra, do início do século XVIII, herança do tio paterno, Paulo de Carvalho e Ataíde. Todo o conjunto do edificado e das propriedades encontravam-se inseridos num complexo agroindustrial, designado por Quinta do Marquês.

Nesta grande quinta de Oeiras, contavam-se cerca de oito olivais, onde a colheita era transformada no Lagar do Azeite, cujo destino dado a este produto é pouco conhecido. Julga-se que, para além do consumo próprio, o azeite seria essencialmente utilizado na iluminação, dado o seu elevado teor de acidez. Não é certa a data em que terá deixado de produzir o azeite, mas terá funcionado até ao século XIX e só depois abandonada a produção.


Em 2004, a Câmara de Oeiras adquiriu o Palácio Marquês de Pombal e edifícios adjacentes, onde se insere o Lagar do Azeite, que sofreu uma intervenção de recuperação, em 2009, tendo sido restaurado todo o processo de produção do azeite, com vista à sua dinamização enquanto pólo de recriação histórica da produção do azeite.

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